“Se amanhã perdermos os ficheiros, o servidor ou uma aplicação crítica, quanto tempo demoramos a voltar a trabalhar e quanta informação podemos perder?”
Esta é a pergunta que realmente importa — não “temos backups?”. É a partir dela que definimos toda a estratégia de proteção e recuperação de dados.
Problemas que resolve
Reconhece algum destes problemas?
- Existem backups, mas nunca foi feito um teste completo de recuperação.
- A cópia de segurança está no mesmo servidor ou no mesmo local dos dados originais.
- Ninguém verifica diariamente se os backups terminaram corretamente.
- Não está definido durante quanto tempo os dados devem ser guardados.
- A empresa não sabe quanto tempo demoraria a recuperar depois de uma falha grave.
- A recuperação depende de uma única pessoa.
- Os backups foram configurados há anos e nunca mais foram revistos.
- Existem aplicações críticas que ficaram fora da política de backup.
- A organização aumentou muito o volume de dados.
- Existe receio de ransomware apagar ou encriptar também as cópias.
Situações reais
Situações que acontecem todos os dias
Exemplo prático
Um colaborador apaga uma pasta
Uma pasta importante é eliminada por engano.
Resultado — A diferença entre um pequeno incidente e várias horas de trabalho perdido está na rapidez e fiabilidade da recuperação.
Exemplo prático
O servidor deixa de arrancar
Uma avaria impede o acesso à aplicação de gestão. Ter cópias dos ficheiros não significa necessariamente conseguir repor rapidamente todo o serviço.
Resultado — O plano deve definir como recuperar a operação, não apenas onde existem cópias.
Exemplo prático
Ransomware
Um ataque encripta os dados acessíveis pela rede. Se todas as cópias estiverem permanentemente acessíveis a partir dos mesmos sistemas, podem também ficar em risco.
Resultado — Uma estratégia adequada prevê cópias adicionais protegidas contra alteração ou eliminação indevida.
O serviço
Duas perguntas de negócio, não uma configuração técnica.
A estratégia certa começa por perceber quanto tempo a empresa pode ficar sem cada sistema e quanta informação pode perder. Só depois destas respostas definimos tecnologia, frequência e armazenamento.
O processo
As duas perguntas que orientam a estratégia
- Quanto tempo pode a empresa ficar sem este sistema? Uma aplicação de faturação pode ter uma urgência diferente de uma pasta de arquivo.
- Quanta informação pode a empresa perder? Alguns sistemas toleram a perda das últimas horas de dados, outros exigem cópias muito mais frequentes.
Âmbito
O que pode ser incluído
- Levantamento dos dados e sistemas críticos
- Classificação por prioridade
- Estratégia com várias cópias e locais
- Cópias protegidas contra alteração ou eliminação
- Backups locais e/ou externos
- Retenção adequada
- Encriptação
- Acompanhamento de falhas
- Testes de recuperação
- Documentação
- Plano de recuperação após incidente grave
Metodologia
Identificar, priorizar, implementar e testar.
Sistemas, ficheiros, bases de dados e configurações.
O cliente decide connosco o que precisa de voltar primeiro.
Garantimos que não existe dependência de uma única cópia ou localização.
Uma cópia de segurança só demonstra o seu valor quando é possível recuperar a informação.
Entregáveis
O que recebe
- Mapa dos sistemas protegidos
- Política de backup
- Frequências e retenções
- Prioridades de recuperação
- Procedimentos documentados
- Registo de testes
- Plano de melhoria
Resultados
Resultados para a empresa
- Maior confiança na recuperação
- Menor risco de perda definitiva de dados
- Recuperação mais organizada
- Menor dependência de improvisação durante uma crise
- Prioridades claras em caso de indisponibilidade
- Evidência dos testes realizados
Perguntas frequentes
Antes de avançar.
Fazer backup para um disco externo é suficiente?+
Pode ser uma parte da solução, mas uma estratégia adequada evita depender de uma única cópia, dispositivo ou localização.
Como sei se o backup funciona?+
Através de verificações e testes de recuperação. Um processo que apenas indica “backup concluído” não substitui a validação de que a informação pode ser efetivamente restaurada.
É preciso fazer backup de tudo?+
Não necessariamente com a mesma frequência e retenção. A estratégia deve ser baseada na importância dos dados e no impacto da sua perda.
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